- Puxa vida mãe, justo na semana do meu casamento tenho que ficar " naqueles dias" !
BUAAAAAAAAAAAAAAAAAÁ !!!!!!!
Vendo a situação da filha, a mãe resolve conversar com o noivo a fim de
tranqüilizar a noivinha neurótica.
- Mas, Dona Maria, diz o noivo, fale para a sua filha não se preocupar pois, sei que essas coisas
- Filha! Filha!! Olha, fui lá falar com o teu noivo e ele entendeu o seu problema. Ah!
Quando sua mãe já estava saindo do quarto, a filha pergunta:
- MÃE!!! Mas o que é 'Amor Platônico'?
- Também não sei o que é, filha. Mas, em todo caso, LAVA BEM A BUNDA, NÉ??
O serviço de almoço executivo é uma oportunidade de provar excelentes pratos a preços mais enxutos. Por isso vários restaurantes em Fortaleza adotaram a prática. Confira o roteiro do Comer & Beber e estique o intervalo de trabalho.

Morrer...
Nascemos morrendo...
É só uma questão de tempo
A vida è breve e às vezes, não tão boa
Por isso nunca a desperdice a toa
Esqueça a vida...
Esqueça a morte
E lembre em brilhar...
No seu instante
Esse brilho é breve, como uma vela acesa ao vento
Como um murmúrio das ondas, num mar distante
Anna Karenina
A beleza como a pureza está dentro de cada um. Mas, as vezes custa a aparecer.
Um noviço estava na cozinha, lavando folhas de alface para o almoço, quando um velho monge conhecido por sua rigidez excessiva, mas a quem o noviço obedecia, aproximou-se.
Você pode me dizer o que o superior do convento disse hoje no sermão?
— Não consigo me lembrar. Mas gostei muito.
— Justamente você, que tanto deseja servir a Deus, é incapaz de prestar atenção nas palavras daqueles que conhecem melhor o caminho? Por isso que as gerações de hoje estão corrompidas. Já não respeitam o que os mais velhos têm para ensinar.
— Repare no que estou fazendo. Estou lavando as folhas de alface. A água limpa suas impurezas, não fica presa a elas: termina sendo eliminada pelo cano da pia. Da mesma maneira, as palavras que purificam são capazes de lavar a minha alma, mas nem sempre permanecem na memória.
´Não vou ficar lembrando de tudo o que me dizem, só para provar que sou culto e superior aos demais. Tudo aquilo que me deixa mais leve, como a música e as palavras de Deus, termina sendo guardado em um recanto secreto do meu coração. E ali permanecem para sempre, vindo à superfície somente quando preciso de ajuda, de alegria ou de consolo.´

Ousada, a exposição Arte na França 1860-1960: O Realismo, no Masp, propõe-se a três grandes objetivos: apresentar um panorama amplo da pintura francesa, que percorre um século de produção e debate sem igual; colocar em pauta o tema, quase sempre polêmico, do realismo; e ampliar as possibilidades de leitura a partir da aproximação de coleções do Brasil, da França e de Portugal. Além disso, ainda procura inserir a produção nacional do período no contexto da escola francesa e mostra um sucinto panorama da atual produção pictórica francesa, dos anos 90 e 2000, como maneira de reafirmar seu retorno, após grande hiato em que apenas os novos meios pareciam ter vez no país.”Como representar o mundo? Essa é a questão que nos interessa verificar aqui”, explica Eric Corne, curador independente que vem trabalhando há dois anos nesse projeto, um dos destaques do Ano da França no Brasil. Não se trata, segundo ele, de enfocar o realismo enquanto movimento, mas sim de lidar com as várias aberturas do termo. “O realismo procura uma semelhança com o real, uma coincidência entre um pensamento social e uma imersão física no mundo”, sintetiza.Certamente a figura de Gustave Courbet, que em 1855 escreveu o manifesto no qual defende os princípios de uma arte viva, atuante, é vital. Tanto que o primeiro impulso de Corne foi iniciar a mostra com sua tela Origem do Mundo. O empréstimo de uma obra desse calibre, na qual o pintor representa da maneira mais crua possível o sexo feminino, mostrou-se inviável. Em contrapartida, o Museu d?Orsay cedeu um conjunto significativo de obras, bem como outras instituições francesas, tais como o Beaubourg e o Museu Nacional de l?Orangerie. Somando-se esses empréstimos às obras dos dois pilares centrais da mostra, o acervo do Masp e o da Coleção Berardo, de Lisboa, chega-se a mais de 120 trabalhos.

"O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d‘água e bebesse.
- "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre.
- "Ruim " disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
- "Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- "Qual é o gosto?"
- "Bom!" disse o rapaz
.- Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre?
- "Não" disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo.
Torne-se um lago..."